
Poucas empresas atravessam quatro décadas e meia dedicadas a um único mercado. A história de 45 anos da Só Galpões é exatamente esta: fundada no início da década de 1980, em Belo Horizonte, como a primeira imobiliária do Brasil especializada exclusivamente em galpões, a empresa chega a esse marco sob a segunda geração da família Drumond, com atuação que começou na Grande BH e hoje alcança todo o território nacional.
Durante essa trajetória, mais de 5 mil clientes participaram de operações imobiliárias intermediadas pela Só Galpões. Neste conteúdo, contamos como esse foco virou autoridade de mercado, o que a empresa construiu para o mercado de galpões e para onde ela olha daqui em diante. Continue a leitura e entenda!
A trajetória da Só Galpões se explica por uma escolha feita em sua fundação e mantida desde então: nichar em um tipo de ativo e conhecer tudo sobre ele. Enquanto boa parte do mercado imobiliário se diversificava, a empresa manteve o galpão no centro da estratégia.
Esse é o fio que costura a história da Só Galpões, do primeiro contrato até o momento atual, e o que sustenta sua posição de referência e pioneirismo no mercado imobiliário do segmento.
Ronald Drumond era professor universitário quando decidiu trabalhar no segmento imobiliário. E, nessa época, teve uma percepção simples e, ao mesmo tempo, reveladora. Ao observar em sua sala de escritório a caneta sobre a mesa, os móveis, a tinta da parede, a janela e as demais estruturas que ali estavam, deu-se conta de…: Tudo aquilo havia passado por um galpão antes de chegar às pessoas. Ele enxergou ali um mercado inteiro que ninguém tinha organizado de forma dedicada.
Naquela época, procurar um galpão era um problema sem solução assertiva. Quem precisava de espaço para produzir ou armazenar dependia de anúncios soltos, de indicações ou de sorte, sem poder contar com um especialista que entendesse a fundo as demandas por esse tipo de imóvel. A falta de conhecimento sobre capacidade de carga de piso, pé-direito, estrutura construtiva, eficiência de acessos, regras de zoneamento e como tudo isso impacta diretamente as operações empresariais foram lacunas em que Ronald vislumbrou a oportunidade de criar algo diferente.
Em 1980, transformou essa percepção em negócio e abriu a primeira imobiliária do país especializada exclusivamente em galpões. A decisão definiu o DNA da empresa e, é dele que nasce a expertise e a autoridade que a marca carrega até hoje. Quando Ronald surge, traz consigo a experiência desses 45 anos sem precisar dizer muito. Essa especialização funciona como o maior diferencial competitivo do negócio.
Começar especializada foi apenas o primeiro passo. Ao longo das décadas, a Só Galpões cresceu da atuação local, em Belo Horizonte, para toda a Região Metropolitana de BH e para uma presença nacional, acompanhando o avanço da indústria, da logística e, mais recentemente, do e-commerce e das operações last mile.
A chegada da segunda geração deu novo impulso a esse movimento. A sucessão familiar se traduziu em continuidade, ou seja, cada filho assumiu uma função estratégica, preservando a essência e o propósito que deram origem à empresa.
Camila lidera as equipes de atendimento de locação e vendas e desempenha papel central na preservação da cultura e da memória da empresa. Tiago conduz a estratégia comercial e o time de consultores externos, atuando na intermediação de operações imobiliárias complexas e na abertura de novas frentes de negócio. Tadeu, por sua vez, é responsável pelo planejamento e gestão das operações, criando as bases para que a empresa cresça de forma organizada, sustentável e consistente.
Juntos, mantêm a Só Galpões fiel à sua essência enquanto a preparam para os próximos capítulos. O resultado se reflete não apenas nos números acumulados, mas sobretudo na confiança de clientes que voltam a fazer negócios com a empresa por anos.

O legado é aquilo que permanece, aquilo que o tempo não apaga nem ofusca. Na trajetória de 45 anos da Só Galpões, o legado se apresenta em três dimensões: na contribuição para o desenvolvimento do mercado comercial, industrial e logístico da região; nos relacionamentos de confiança que sustentam o negócio e nos valores que orientam cada decisão.
Minas Gerais é tradicionalmente reconhecida pela pujança da sua indústria. Há algum tempo, deixou de ser coadjuvante no mapa logístico do Brasil. Em 2025, o estado fechou o ano com 399.653 m2 de absorção líquida em galpões logísticos de alto padrão, a segunda maior marca do país, atrás apenas de São Paulo, segundo a Cushman & Wakefield.
Contagem, Betim e o Sul de Minas puxam grande parte dessa demanda, favorecidos pela localização do estado e pela proximidade com os principais mercados consumidores.
A Só Galpões acompanhou essa transformação e ajudou a viabilizá-la, conectando indústrias, operadores logísticos e investidores aos espaços certos. A empresa participa das decisões que colocam uma operação para funcionar: localização, estrutura, adequação técnica e projetos de built-to-suit.
Na prática, isso significa atender três frentes ao mesmo tempo: a indústria que precisa de estrutura para produzir, o operador logístico que busca eficiência na movimentação e o investidor que quer um ativo bem ocupado. Para todos, o ponto de partida é o mesmo: entender a operação antes de falar de imóvel. Isso sustenta contratos longos e a baixa rotatividade da carteira.
No mercado de galpões, os contratos envolvem valores elevados e relações de longo prazo . Por isso, a confiança pesa mais do que qualquer argumento de venda. Cerca de metade dos clientes chega à Só Galpões por indicação de quem já teve experiência com a empresa, um dado que ajuda a dimensionar a qualidade e a consistência dessas relações.
Há clientes que fazem negócio com a empresa há mais de 30 anos. Tal permanência tem uma explicação óbvia, a de que a relação, claro, não acaba na assinatura de um contrato. Ela continua no acompanhamento da locação, nas renegociações, na solução de eventuais problemas e na identificação de outras oportunidades. Esse suporte contínuo é parte da entrega e ajuda a sustentar a confiança do setor imobiliário construída durante gerações.

Estes três valores orientam a rotina da empresa e pautam cada decisão. Transparência significa deixar claro o que ocorre em cada etapa da negociação, sem ruídos e sem omissões. Confiança é cumprir o que foi combinado, sobretudo diante das dificuldades. Competência é compreender, de forma integrada, o galpão, o contrato, o proprietário, o locatário, a localização, a operação e a legislação envolvida.
Na Só Galpões, conhecimento técnico e cuidado com o resultado do cliente caminham juntos. E essa combinação faz parte da cultura construída desde a fundação e permanece presente em cada nova negociação.
Os 45 anos não representam apenas a celebração de uma trajetória, mas o ponto de partida para um novo ciclo. A Só Galpões olha para o futuro apoiada em uma base sólida e preparada para aproveitar as oportunidades de um mercado em expansão.
A meta é ser a principal referência mineira em soluções para o mercado de galpões, reconhecida tanto pelas décadas de mercado quanto pela capacidade de converter essa experiência em resultados concretos para cada cliente.
Esse caminho passa pelo fortalecimento da abordagem consultiva que já diferencia a empresa. Muitas vezes o cliente chega com um pedido específico. Antes de apresentar imóveis ou soluções, porém, a equipe procura compreender sua operação, as perspectivas de crescimento e as exigências técnicas do negócio. Só então indica o que realmente faz sentido, mesmo que a melhor alternativa seja diferente daquela inicialmente solicitada.
Essa escuta se adapta às necessidades de cada perfil. A diretora de Operações que precisa tomar uma decisão rapidamente não pode perder tempo visitando imóveis incompatíveis com sua atividade. Já o empresário que construiu seu negócio ao longo dos anos, busca alguém que compreenda e fale a sua linguagem.
O gestor de uma grande empresa, por sua vez, responde internamente por cada decisão e precisa contar com respaldo técnico e jurídico. O proprietário investidor procura rentabilizar seu patrimônio sem assumir problemas relacionados à vacância, à manutenção ou à gestão da locação. A empresa ajusta a conversa a cada um desses perfis.
Esse jeito de trabalhar sustenta o propósito que a própria família define como razão de existir da empresa: encontrar espaços para que histórias nasçam, cresçam e se desenvolvam. Nessa perspectiva, fortalecer sua posição de referência no mercado imobiliário é consequência de compreender profundamente cada negócio e fazer bem o essencial de forma consistente no decorrer do tempo.
O galpão do futuro já está sendo desenhado, mais eficiente e mais conectado. Multinacionais e empresas de capital aberto passaram a exigir imóveis com critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) e certificações como a Leadership in Energy and Environmental Design (LEED), que viraram requisito. Eficiência energética, energia solar e reuso de água entram cada vez mais cedo na conversa.
Do lado da tecnologia, automação, sensores e integração de dados vêm redesenhando a operação dentro dos galpões. A Só Galpões acompanha esse movimento para orientar o cliente sobre o que é essencial e o que ainda é opcional, sempre à luz das tendências de estrutura de galpão e das tendências de logística para e-commerce.
Nada disso substitui o julgamento de quem conhece o mercado. Tecnologia e certificação custam caro, e nem toda operação precisa de tudo ao mesmo tempo. Cabe à Só Galpões separar o que gera retorno real do que é só tendência, para o cliente investir no que faz a diferença na operação dele.
Os bastidores ajudam: o setor de galpões logísticos fechou 2025 com uma das menores taxas de vacância já registradas, sinal de procura firme por galpões de qualidade em bons pontos de acesso, conforme levantamento divulgado pelo E-Commerce Brasil.
Nenhuma história empresarial se sustenta sozinha. A da Só Galpões também é feita por clientes que confiaram no trabalho e por colaboradores que a construíram, junto com a família Drumond, cada capítulo dessa jornada.
Parte dessa memória está registrada no vídeo comemorativo dos 45 anos da empresa..
Clique no vídeo abaixo e dê o play!

A empresa nasceu em 1980, em Belo Horizonte, a partir de uma percepção de Ronald Drumond, então professor universitário: tudo o que consumimos passa por um galpão antes de chegar até nós. Foi essa ideia que deu origem à primeira imobiliária do Brasil dedicada exclusivamente a esse tipo de imóvel.
A visão original era simples e ousada para a época. Enquanto o mercado tratava galpão como mais uma categoria dentro da imobiliária tradicional, Ronald apostou na especialização total, entendendo a fundo as exigências técnicas, contratuais e de localização desse ativo. Esse foco nunca mudou e é a base da autoridade que a marca carrega até hoje.
Os principais marcos foram a consolidação em Belo Horizonte, a expansão para a região metropolitana, o alcance nacional e execução de projetos complexos como locações built-to-suit para multinacionais e a chegada da segunda geração da família Drumond à gestão. Cada etapa ampliou a atuação sem tirar o galpão do centro do negócio.
O maior desafio foi manter o foco em um único segmento enquanto o mercado mudava. Diversificar para outros tipos de imóvel teria sido o caminho mais fácil em vários momentos, mas a empresa preferiu aprofundar em vez de espalhar. Foi essa disciplina que transformou a especialização em vantagem competitiva difícil de alcançar.
Superar as oscilações da economia também exigiu jogo de cintura. Ciclos de retração, mudanças na indústria e a virada digital da logística testaram o modelo. Assim, a resposta veio sempre pela mesma via, a de conhecer o cliente e o mercado melhor do que ninguém.
A adaptação veio de acompanhar de perto o avanço da indústria, da logística e, mais recentemente, do e-commerce e das operações last mile. A empresa foi ajustando sua atuação a cada nova demanda, do galpão tradicional às estruturas voltadas para distribuição rápida.
Essa capacidade de antecipar, em vez de apenas reagir, é o que diferencia quem observa o mesmo mercado há décadas. A abordagem consultiva permite enxergar uma necessidade antes que ela vire urgência para o cliente, seja uma questão de localização, seja de estrutura, seja de adequação técnica. Na prática, a Só Galpões mudou muito na forma e quase nada no princípio: entender a operação primeiro, indicar o imóvel depois.
A sucessão familiar é o que garante que a cultura construída por Ronald Drumond continue viva. A segunda geração assumiu a empresa como continuidade, e não como ruptura, preservando o propósito e os valores que definem a marca.
Mais do que manter o negócio na família, a sucessão trouxe fôlego novo sem apagar a origem. A chegada dos filhos modernizou processos e ampliou a atuação, ao mesmo tempo em que manteve intactas a transparência, a confiança e a competência que sempre orientaram a empresa. É essa combinação de renovação e permanência que sustenta a solidez da marca durante gerações.
A empresa mantém sua cultura tratando transparência, confiança e competência como inegociáveis, e colocando o relacionamento de longo prazo acima do fechamento imediato de qualquer negócio.
Essa consistência aparece no dia a dia, na forma de conduzir cada negociação e de acompanhar o cliente muito depois da assinatura. Repetida contrato após contrato, por décadas, é essa credibilidade que preserva a identidade da marca e explica por que tantos clientes voltam e indicam a empresa.
Só Galpões / Predial Master LTDA - CRECI MG-PJ 660 | Marca registrada no INPI nº 819563692